sexta-feira, 24 de junho de 2011

Cousteau's Calypso - 1/125 da Revell

Esta reedição do kit não tem o nome Calypso, provavelmente por questões de branding... mas é o Calypso!
Para quem cresceu a ver os documentários do Comandante Cousteau e gosta de modelismo... tinha de ser!
De resto, não há grande história, está em construção (e o verdadeiro em restauro, penso).






Só não está mais avançado por causa da pintura. Não é a mesma coisa que pintar figuras... :(

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Torre de assalto

Em tempos de crise, assaltos! Não, em tempos de crise, fazem-se os próprios kits!
Esta é a minha primeira torre de assalto medieval, baseada nas imagens de kits que tenho visto na net.






A passagem é realmente móvel (levadiça).
Aquando destas fotos faltavam a porta de baixo e a base (a torre tem tendência a inclinar-se para a frente).

sexta-feira, 13 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Cavalaria medieval

Kit Medieval Knights (Crusaders) da Caesar, a pensar no wargame Tempos Medievais.



domingo, 13 de março de 2011

Camelo de Arrakis (mais ou menos 1:72)

Camelo?!! Sim, a mais preparada/útil criatura do deserto!
O Camelo é o mais rápido veículo terreste de Arrakis; leve, rápido, com uma razoável capacidade de carga e principalmente muita autonomia, é a alternativa Atreides para as deslocações militares pelo planeta. Neste veículo, que parece maior devido às enormes rodas, podem ser deslocados grupos de soldados de elite que não caberiam no vulgar ornithopter!

Esta "coisa" vem no seguimento de um Group Build (Caixa de Sobras) dinamizado no Modelismo na Net.
Enquanto os experts se divertiram com as suas construções, eu aproveitei para aprender/testar umas coisas (pelo menos, quero acreditar que aprendi).
Foi a pintura de algo que não são figuras 1:72 com pincel. Caso para dizer "Que pincel!" :x Na parte superior ainda ficou, vá lá, aceitável. Mas nas laterais não estava nada de jeito. Mas como as rodas tapam quase tudo, seguiu assim.
Cor simples, a condizer com o cenário desértico, mas com vários "apontamentos" escuros. A cabeça do falcão foi feita em baixo-relevo, o que não necessitava das linhas escuras. As duas coisas acabaram por não ser uma obra assim tão bonita como estava a pensar. Ou o baixo-relevo ou a linha pintada, é a lição.
O "vidro" está rachado à frente (maldito torno!) mas decidi aproveitá-lo à mesma: não tinha mais caixas de escovas de dentes (há uns anos elas vinham em caixas, lembram-se?). E para acabar de me auto-flagelar, os encaixes não são aquela prefeição...
Não estou totalmente satisfeito comigo mesmo, mas tendo em conta a experiência, os materiais e os recursos... não está mau de todo (para mim).

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Infantaria Portuguesa - Caçadores

Os Caçadores em Portugal foram criados já em período de Revolução Francesa, e foram ficando, pelo que não podiam deixar de surgir unidades destes especialistas nas batalhas Peninsulares.

Este grupo de Caçadores é um kit da Odemars (agora Ykreol). Mais uma vez, é uma marca de Leste a focar as nossas tropas, enquanto outras maiores e mais próximas não o fizeram.
Problemas com as figuras: o plástico a mais. É nas espingardas e nas roupas, quando existem mochilas, que se nota mais. Como eu não me quis arriscar a desbastar o plástico, ficou lá tudo.
O outro problema já tem a ver directamente com o período em causa. Em tempo de guerra não se limpam armas, mas mudam as modas com uma velocidade estonteante! Em 1810 dão-se algumas mudanças nos uniformes também dos caçadores, sendo a mais visível o "chapéu". Nessa data vão passar a usar o "stovepipe shako" - a cartola! - em vez da tradicional barretina. Portanto, em 1808 era a barretina, mas estes senhores têm cartola! Usavam uma pluma de lado e depois passou a ser uma espécie de pom-pom, grande, à frente, no topo da cartola. E são estas as assincronias entre o que quero retratar e o que realmente está feito.
Daqui a uma pequena liberdade nas cores dos punhos e golas foi um passinho. 

Na batalha da Roliça os nossos caçadores não viram muita acção. Todas as forças portuguesas ficaram agrupadas numa mesma coluna que tentou flanquear os franceses pela direita, outra coluna britânica foi pela esquerda, e a troca de mimos deu-se com as forças que ficaram no centro.
Como eu tinha apenas 1 caixa, tive de usar todas as poses, mesmo que num diorama eles venham a estar numa situação de marcha. Com o tempo (anos) pode ser que corrija essa situação.
 
Ora, o que interessa mesmo é o resultado...
Em quadrado (defesa de uma colina?)
 Os nossos oficiais andavam todos azarados, todos de braço ao peito!










E pronto, seguem-se 50 soldados franceses da infantaria de linha.
Ah, esquecia-me de explicar as bases. Estava com pressa de iniciar outro kit. As bases envolvem mais lixo e são menos urgentes. Já as cores não podem ser adiadas...